Ranielly Raissa Aparecida Silva, de 31 anos, foi morta após ser atingida por golpes de faca na Rua Manuel Maurício Araújo, no bairro Maravilha, na Zona Norte de Uberlândia. O caso foi registrado pela polícia como feminicídio.

De acordo com informações da Polícia Militar, o autor, que é ex-companheiro da vítima, teria aproveitado uma oportunidade para abordar Ranielly e, armado com uma faca, desferiu diversos golpes; atingindo fatalmente a região do pescoço e causando uma grave lesão arterial.

A brutalidade do caso ganhou contornos ainda mais graves pelo histórico do agressor: segundo relatos de familiares à polícia, o homem estava preso justamente por agressões anteriores contra Ranielly. Durante o período de cárcere, ele enviava ameaças constantes, afirmando que tiraria a vida da ex-companheira assim que ganhasse a liberdade.

A ameaça se concretizou: o suspeito havia deixado o sistema prisional há apenas três dias antes de cometer o assassinato. Ao ouvirem os pedidos de socorro, vizinhos acionaram imediatamente a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Apesar da chegada rápida das equipes de resgate, o quadro clínico de Ranielly era irreversível e ela já não apresentava sinais vitais quando o socorro chegou.

A área foi isolada para o trabalho da perícia técnica, e as informações foram repassadas à Polícia Civil, que já deu início às buscas para localizar o criminoso. O autor fugiu do local levando o filho que teve com a vítima. Até o fechamento desta matéria, ele ainda não havia sido localizado.

A polícia reforça que a colaboração da comunidade é fundamental para capturar o assassino. Informações sobre o paradeiro do suspeito podem ser enviadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia (181), ou diretamente à Polícia Militar, através do 190.

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