Logo após a repercussão das agressões, o homem foi preso em flagrante. Na ocasião, a revolta dos moradores foi tamanha que ele chegou a ser espancado por populares, sofrendo fraturas e hemorragias, precisando ser internado sob escolta policial antes de ser levado ao sistema prisional. Durante todo o tempo, ele negava o crime, alegando que os hematomas da mãe eram fruto de uma queda da cadeira de rodas.
A execução ocorreu pouco tempo após o homem ganhar a liberdade. O crime foi registrado na Rua Édson Quirino de Souza, onde populares ouviram a sequência de disparos que tirou a vida do suspeito.
A Polícia Civil trabalha agora com duas frentes principais de investigação, apurando se a execução foi um ato de vingança em retaliação direta pela morte da idosa ou se o crime se trata de um acerto de contas relacionado ao envolvimento da vítima com o tráfico de drogas. Até o fechamento desta matéria, nenhum suspeito dos disparos foi identificado ou preso.
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