O Ministério Público deflagrou a segunda fase da Operação Hybris, que tem como objetivo desarticular uma associação criminosa suspeita de receptação, adulteração de veículos e maquinários; além da comercialização de bens de origem ilícita.

A ação desta nova etapa mobilizou equipes policiais e promotores de Justiça em dois estados para combater a continuidade das práticas criminosas do grupo. Durante as investigações, as autoridades cumpriram quatro mandados de prisão. O balanço inclui três prisões em Minas Gerais, executadas nas cidades de Uberlândia e Uberaba; e uma prisão no estado da Bahia.

Além disso, foram executados cinco mandados de busca e apreensão. O foco dos agentes foi o recolhimento de celulares, computadores, documentos e outros materiais eletrônicos e físicos, que agora passarão por perícia para ajudar a identificar e detalhar toda a estrutura da organização criminosa.

De acordo com o Ministério Público, as investigações apontam que o grupo continuou a praticar crimes mesmo após a deflagração da primeira fase da operação e do oferecimento formal de denúncia contra um dos líderes do esquema.

Esta nova etapa da investigação foi subsidiada pela análise técnica de novas ocorrências, dados extraídos de aparelhos celulares apreendidos anteriormente, documentos, registros de veículos e o monitoramento de mensagens trocadas entre os próprios investigados.

Para garantir o cumprimento das ordens judiciais, a operação contou com um forte aparato de segurança. A ação foi realizada com o apoio integrado das Polícias Militar e Penal, além de equipes especializadas do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) de Minas Gerais e da Bahia.