Presidenciável do PL negou que manifestação registrada na Paulista durante ato em prol de sua campanha tenha sido promovido por seus apoiadores

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (18) que os responsáveis por exibir um pedido para os Estados Unidos ataquem o Brasil, durante ato em prol de sua candidatura, eram “infiltrados” e não pertenciam, de fato, ao seu grupo de eleitores.

A declaração foi feita durante debate da Band TV e fazem referência a um grupo de apoiadores que esteve mais cedo no ato bolsonarista, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Os manifestantes em questão exibiram um míssil inflável que trazia mensagem justamente para que o presidente norte-americano Donald Trump lance uma bomba atômica no país. Flávio disse que as pessoas envolvidas nessa manifestação serão identificadas e punidas.

“Esses infiltrados que colocaram lá o negócio do Trump na Paulista hoje vão ser identificados e vão responder pelos seus atos. Esse pessoal que depredou a Paulista inteira, que pichou muro, que depredou estação de ônibus vão ser identificados e vão responder pelos seus atos”, declarou o senador.

O presidenciável aproveitou a intervenção para divulgar proposta para criação do programa Smart Brasil. Segundo ele, seria similar ao Smart Sampa, criado pela Prefeitura de São Paulo em 2023 para identificar foragidos a partir de câmeras públicas.

“Vou colocar mais de um milhão de câmeras em parceria com estados e prefeituras. […] As ruas vão voltar a ser nossas e não dos marginais”, afirmou.

“Com o Smart Brasil eu vou poder garantir com a parceria de outros entes que você esteja mais protegido de verdade”, completou.

Lula e Flávio se enfrentam nas urnas no próximo domingo (25). O petista busca seu quarto mandato como presidente, o segundo consecutivo, enquanto o senador buscar seu primeiro quatro anos depois de seu pai, Jair Bolsonaro, comandar o país.

SBT News