A atual época do ano é marcada pelas férias escolares, então muitas famílias aproveitam a ocasião para viajar. No entanto, quem também tem um animal de estimação em casa sempre fica na dúvida com quem que o bichinho pode ficar durante a ausência.
A instrutora de remo Carol Costa, por exemplo, opta por pedir a um amigo para olhar seus dois cachorros, Koru e Francisco. Como um dos cães é deficiente visual, ela acredita que um hotel não é a melhor solução para o “filho.”
“O Francisco, ele é cego. E aqui em casa, a gente não pode nem tirar móvel do lugar, por que ele anda com outra orientação. E acho que em hotel ele ia ficar muito desorientado. Aqui a gente tem uma pessoa que vem, passa o dia com ele e que tem carinho”, disse.
Já quem não conta sequer com alguém para tomar conta dos cachorros pode optar por deixar o bicho de estimação em um hotel especializado. O empresário Marcelo Moniz é dono de um estabelecimento deste tipo no Bairro Taiaman, que trabalha com cães, gatos e pássaros.
“Criei o hotel para as pessoas viajarem com tranquilidade e deixar os animais conosco, com conforto, segurança e muito amor e carinho”, disse.
Por fim, ainda há quem prefira que o animal de estimação faça parte da viagem. Esse é o caso da cadelinha Amora, que viaja de um lado para outro com sua dona, Rosemari Cicuto, que mora no Paraná, mas veio passar alguns dias em Uberlândia para visitar parentes. Ela garante que não viaja se não puder levar a amiga e que ela tem até mesmo a sua própria mala.
“Nós só viajamos se ela puder ir junto, senão, não existe viagem, ela tá sempre junto com a gente. Ela é um filho, é toalha, é a comidinha que ela gosta, os brinquedinhos, a gente traz tudo. A malinha dela é a primeira a ser feita quando a gente vai viajar”, disse.
Informações: Anderson Magrão