A 3ª Vara Criminal de Uberlândia acusou a médica Cláudia Soares Alves e seu vizinho de homicídio de uma farmacêutica na cidade do Triângulo Mineiro em 2020. Um “ciúme doentio” em relação à vítima, ex-mulher de seu marido, levou a médica a ser identificada como mandante do crime. Com a decisão, a médica e o vizinho, identificado como o autor do crime, serão submetidos a júri popular.
A Polícia Civil declarou que a razão do crime seria passional. Depois que o relacionamento acabou, a médica se casou com o ex-marido da farmacêutica. O casamento durou apenas dois meses. Segundo seu ex-parceiro, ele decidiu se separar ao perceber comportamentos instáveis e sinais de transtorno de personalidade na médica, além do desejo dela de assumir a maternidade da filha que ele teve com a farmacêutica.
Cláudia Soares ganhou notoriedade ao sequestrar uma recém-nascida no Hospital das Clínicas de Uberlândia. O episódio do rapto é abordado em um procedimento separado, porém faz parte do contexto considerado pela Justiça na avaliação do comportamento da acusada.
