Uberlândia reafirma seu protagonismo na saúde pública nacional ao registrar, nos dois primeiros meses de 2026, a menor taxa de mortalidade infantil de sua série histórica. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, o índice atual é de 5,8 óbitos por mil nascidos vivos, um número que coloca a cidade em um patamar de excelência, muito abaixo da média nacional, que ainda flutua na casa dos dois dígitos.
O resultado atual não é um fato isolado, mas o ápice de uma tendência de redução iniciada nos últimos anos. A gestão do prefeito Paulo Sérgio tem colhido frutos de investimentos estruturais na atenção básica, o que se reflete na queda progressiva dos indicadores de mortalidade: em 2022, a taxa era de 8,4 óbitos por mil nascidos vivos, número que recuou para 8,0 em 2025; estabelecendo o recorde anterior da série histórica. Atualmente, os dados parciais coletados até fevereiro deste ano mostram um avanço ainda mais expressivo, atingindo a marca histórica de 5,8 óbitos por mil nascidos vivos.
Para se ter uma dimensão do progresso, em anos anteriores o município chegava a registrar índices entre 11 e 13 óbitos, o que demonstra uma redução de mais de 50% em comparação a períodos passados.
No cenário atual, o comparativo entre a realidade local e o panorama do país reforça a posição de destaque do município. Enquanto Uberlândia apresenta uma taxa de mortalidade infantil de 5,8 óbitos por mil nascidos vivos em 2026, a média nacional permanece em um patamar significativamente mais elevado, situando-se próxima a 10,0.
O secretário municipal de Saúde, Adenilson Lima, destaca que a retomada da queda a partir de 2025 reforça o trabalho da gestão do prefeito Paulo Sérgio e a eficiência das políticas públicas que estão sendo adotadas na cidade, garantindo cuidado desde a gestação até os primeiros anos de vida.
A consolidação desses números, mesmo diante do cenário desafiador do período pós-pandemia, é atribuída a um conjunto de ações estratégicas implementadas pela Prefeitura. Entre os pilares desse avanço está a oferta de um pré-natal de qualidade, com acompanhamento rigoroso e humanizado das gestantes, somado à estruturação de uma rede de apoio ao recém-nascido que garante cuidado intensivo nos primeiros dias de vida, considerados o período mais crítico para o bebê. Além disso, o município investiu na ampliação da vacinação para manter coberturas elevadas e prevenir doenças infectocontagiosas, bem como no fortalecimento da atenção básica por meio de investimentos constantes em postos de saúde e unidades de atendimento direto nos bairros.

Embora os dados atuais sejam parciais e possam sofrer atualizações, a tendência observada até o fim de fevereiro é altamente otimista. O desempenho sugere que Uberlândia continuará a oferecer uma assistência de saúde que serve de modelo para Minas Gerais e para o Brasil, priorizando a preservação da vida desde o nascimento.
